Essa frase inteligentíssima de E. H. Chapin nos permite abrir uma linha de pensamento onde é possível entender porque o ódio e o desejo de vingança que aparecem devido à um profundo sentimento de raiva são completamente inviáveis. Por muitas vezes os outros provocam situações que nos ofendem e magoam, muitas vezes com motivações fúteis e que não justificam tal ação, e então a fúria nos envolve de uma forma tão forte que a única motivação que chega até nós é a de vingança na tola tentativa de causar um sofrimento tão grande (ou por vezes até maior) aquele que nos tenha injuriado. E é completamente natural ficar com raiva, principalmente quando essas situações são provocadas por pessoas que confiávamos, a dor é sempre maior quando somos feridos por aqueles que amamos, pois, a flecha da afronta atinge diretamente os nossos egos. Mas alimentar os sentimentos de raiva por um período de tempo muito grande apenas fará mal a você, muitas vezes a pessoa pode nem ter se dado conta do quanto te feriu e imaginando que aquela situação foi insignificante se torna alheio ao que se passou, a justiça dos homens é falível, mas a justiça divina é implacável, e você tem o direito de revidar ( todos temos livre-arbítrio), mas procure entender que você deve deixar isso nas mãos de Deus, tente esquecer, é claro que existem pessoas em que não é possível recobrar a confiança, e se você perceber que a companhia dessa pessoa não for saudável você não tem motivos para conviver com essa pessoa, é importante entender que só devemos manter coisas, pessoas e situações que forem realmente substanciais para nossas vidas. Se você quiser ser realmente feliz procure esquecer as ofensas que sofreu, não há nada melhor do que ter um coração liberto das amarras do ódio e da magoa, e ter a consciência tranquila por não ter provocado mal a ninguém, não prolongue a sua dor, a vingança faz mais mal àquele que a provoca do que a quem sofre o revide. Paz, Luz e consciência à todos!

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